“A infância é o reino onde ninguém morre.”
-Amanhecer

“A infância é o reino onde ninguém morre.”

-Amanhecer


E mais uma noite chega, a chuva, o frio, o vento vem e trás você, seu cheiro, su sorriso também…
Uma pessoa que eu nem sei se existe realmente, mas no meu coração, no meu pensamento você esta cada vez mais perto!
Seu sorriso, sua voz me fazem arrepiar, delirar ou ao menos suspirar aliviada, por saber que a pessoa que consegue me fazer sentir coisas tão absurdas, está aqui, deixando-me com esta sensação maravilhosa.
Seus lindos olhos claros, seus lindos cabelos loiros, seu corpo tão escultural, me permitem dizer que você é muito perfeito para existir, mas ao mesmo tempo te acho incrivel para ser apenas uma ilusão tão linda feita por mim; meu coração tão sonhador não permitiria te perder, nem se quer um minuto…
Posso não te ter em meus braços na realidade, mas entrego meu coração a tí, e espero uma eternidade se for preciso, mas sei qeu vou te ter…

By: Camila Marques Silva

E mais uma noite chega, a chuva, o frio, o vento vem e trás você, seu cheiro, su sorriso também…

Uma pessoa que eu nem sei se existe realmente, mas no meu coração, no meu pensamento você esta cada vez mais perto!

Seu sorriso, sua voz me fazem arrepiar, delirar ou ao menos suspirar aliviada, por saber que a pessoa que consegue me fazer sentir coisas tão absurdas, está aqui, deixando-me com esta sensação maravilhosa.

Seus lindos olhos claros, seus lindos cabelos loiros, seu corpo tão escultural, me permitem dizer que você é muito perfeito para existir, mas ao mesmo tempo te acho incrivel para ser apenas uma ilusão tão linda feita por mim; meu coração tão sonhador não permitiria te perder, nem se quer um minuto…

Posso não te ter em meus braços na realidade, mas entrego meu coração a tí, e espero uma eternidade se for preciso, mas sei qeu vou te ter…

By: Camila Marques Silva


Ela atravessava os corredores apressada.
Está atrasada. Porém, desastrada como sempre, bate em alguma coisa e cai. Dolorida, ela olha para cima e constata que aquela “coisa” em que ela bateu e simplesmeste o ser mais perfeito que ela já viu em todos os seus 17 anos de existência.
Ele é alto, forte, bronzeado e tem os olhos verdes mais lindos que ela já viu.
Ele se abaixou para ajudá-la a se levantar e pediu desculpas. Como ele pode ser tão cavalheiro quando a culpa é na verdade dela?
Sonhando, ela segue em busca da sua sala…
Sua primeira aula seria ciências…
Qual foi a surpresa dela ao entrar na sala e ver o mesmo garoto sentado, sózinho enquanto todos os outros alunos estavam em pares.
Como o destino é traiçoeiro!
Colou-os como parceiros de laboratório.
Dessa maneira, eles foram se aproximando…
Dessa a aproximação surgiu uma amizade, dessa amizade um carinho e desse carinho um sentimento maior, forte e lindo.
Um sentimento recíproco e compartilhado ocm a memsa intensidade.
Surgiu o Amor…

By:Helena Pellim  (cristalsolitario.tumblr)

Ela atravessava os corredores apressada.

Está atrasada. Porém, desastrada como sempre, bate em alguma coisa e cai. Dolorida, ela olha para cima e constata que aquela “coisa” em que ela bateu e simplesmeste o ser mais perfeito que ela já viu em todos os seus 17 anos de existência.

Ele é alto, forte, bronzeado e tem os olhos verdes mais lindos que ela já viu.

Ele se abaixou para ajudá-la a se levantar e pediu desculpas. Como ele pode ser tão cavalheiro quando a culpa é na verdade dela?

Sonhando, ela segue em busca da sua sala…

Sua primeira aula seria ciências…

Qual foi a surpresa dela ao entrar na sala e ver o mesmo garoto sentado, sózinho enquanto todos os outros alunos estavam em pares.

Como o destino é traiçoeiro!

Colou-os como parceiros de laboratório.

Dessa maneira, eles foram se aproximando…

Dessa a aproximação surgiu uma amizade, dessa amizade um carinho e desse carinho um sentimento maior, forte e lindo.

Um sentimento recíproco e compartilhado ocm a memsa intensidade.

Surgiu o Amor…

By:Helena Pellim  (cristalsolitario.tumblr)


Hoje o que ela queria era espalhar a felicidade, a alegria. Nada de tristeza. Ela disse “Tchau” para a depressão e tudo que a deixava para baixa.
Por onde andava distribuia sorrisos e bons dias; ela queria que todos se sentissem felizes como ela.
O sol beijava sau face e a fazia sorrir com o seu toque quente enquanto uma brisa suave agitava seus cabelos.
Algumas pessoas viravam a cara quando ela passava, mas isso não importava.
Ela estava feliz. E queria que - pelo menos - metade das pessoas que ela cumprimentava também ficasse. Afinal não hávi motivo para tristeza. O dia estava bonito e ensolarado, e mesmo que estivesse nublado, ela não deixaria que isso a afetasse. Porque para ela o que importava era sorrir, acima de qualquer coisa, de qualquer obstáculo. Porque ela finalmente entendeu que apesar de tudo nada nem ninguém pode apagar o seu sorriso.
Ele é como uma arma…só afeta aqueles que não gostam dela, e derruba a todos como uma Bomba Atômica….
A bomba mais poderoza que existe….aquela que apesar de todos os motivos para chorar…se mantém viva e forte.
By: Helena Pellim  (cristalsolitario.tumblr)

Hoje o que ela queria era espalhar a felicidade, a alegria. Nada de tristeza. Ela disse “Tchau” para a depressão e tudo que a deixava para baixa.

Por onde andava distribuia sorrisos e bons dias; ela queria que todos se sentissem felizes como ela.

O sol beijava sau face e a fazia sorrir com o seu toque quente enquanto uma brisa suave agitava seus cabelos.

Algumas pessoas viravam a cara quando ela passava, mas isso não importava.

Ela estava feliz. E queria que - pelo menos - metade das pessoas que ela cumprimentava também ficasse. Afinal não hávi motivo para tristeza. O dia estava bonito e ensolarado, e mesmo que estivesse nublado, ela não deixaria que isso a afetasse. Porque para ela o que importava era sorrir, acima de qualquer coisa, de qualquer obstáculo. Porque ela finalmente entendeu que apesar de tudo nada nem ninguém pode apagar o seu sorriso.

Ele é como uma arma…só afeta aqueles que não gostam dela, e derruba a todos como uma Bomba Atômica….

A bomba mais poderoza que existe….aquela que apesar de todos os motivos para chorar…se mantém viva e forte.

By: Helena Pellim  (cristalsolitario.tumblr)


-Hey pequena… (ele diz acariciando o rosto dela)
-O que é? (ela pergunta suavemente envolvida pelo toque dele)
-Eu te amo, e não importa o quanto você duvide…eu sempre vou estar aqui para te lembrar de que você é a mulher da minha vida.

-Hey pequena… (ele diz acariciando o rosto dela)

-O que é? (ela pergunta suavemente envolvida pelo toque dele)

-Eu te amo, e não importa o quanto você duvide…eu sempre vou estar aqui para te lembrar de que você é a mulher da minha vida.


6 days ago with 3 notes
Alguém lhe tirou suas asas de borboleta…
As asas que a levavam para tantos lugares diferentes.
Sózinha agora, na floresta escura ela chama por ajuda.
Qualquer um, qualquer pessoa, boa ou má…apenas alguém que poss lhe dar a certeza de que ela não esta morta.
Que, apesar de frido, seu coração continua batendo, mesmo que seja mais fraco, mesmo que seja vazio, memso que seja com sonhos massacrados…afinal, sem suas asas de borboleta ela não pode voar em busca deles.
Lhe tirarm a curiosidade, a esperança, arracaram-lhe o sorriso do rosto. Deixaram- na lá. Jogada, suja, com frio e com medo.
Deixaram-na lá: sózinha na floresta escura a espera de ajuda.
           Ajuda que não vem

By:Helena Pellim  (cristalsolitario.tumblr)

Alguém lhe tirou suas asas de borboleta…

As asas que a levavam para tantos lugares diferentes.

Sózinha agora, na floresta escura ela chama por ajuda.

Qualquer um, qualquer pessoa, boa ou má…apenas alguém que poss lhe dar a certeza de que ela não esta morta.

Que, apesar de frido, seu coração continua batendo, mesmo que seja mais fraco, mesmo que seja vazio, memso que seja com sonhos massacrados…afinal, sem suas asas de borboleta ela não pode voar em busca deles.

Lhe tirarm a curiosidade, a esperança, arracaram-lhe o sorriso do rosto. Deixaram- na lá. Jogada, suja, com frio e com medo.

Deixaram-na lá: sózinha na floresta escura a espera de ajuda.

           Ajuda que não vem

By:Helena Pellim  (cristalsolitario.tumblr)



Ela entrou. Passou por todos como se estivesse sozinha. Viu uma mesa vazia - quase que esquecida - com duas cadeiras e foi se sentar. Aquela cafeteria era a sua preferida, ainda mais no outono às quatro da tarde. Talvez pela calmaria que lhe transmitia ou devido ao nome em francês, que a deixava com um imenso sentimento nostálgico. Colocou a bolsa sobre a mesa e sem tocar no cardápio chamou o garçom. Pediu o cappuccino de sempre e tirou da bolsa um livro. 
Ele entrou em seguida. Na tentativa de achar uma mesa vaga, acabou por avistá-la. Doce, meiga e calma, era como seu coração a decifrava. Fixou o olhar no encanto de menina enquanto ela não tirava os olhos do livro. Parado perto da porta foi interrompido por uma ou duas pessoas que tentavam entrar. Não havia lugar desocupado, o que lhe encorajou de pedir para sentar-se junto dela. Caminhou, parou em frente a mesa e a observou por alguns segundos. Pensou em ir embora - pois ao menos foi notado - mas não conseguiu. Tentou interromper:
- Olá?Ela continuou centrada, como se não houvesse ninguém por perto. Insistiu:- Memorial de Aires, de Machado de Assis. Esse livro é super interessante.Ela quase se assustou. Envergonhada, direcionou os olhos até os dele:- Realmente, um dos livros mais poéticos e amenos que já li. Desculpe minha dispersão, eu juro que não te vi aí.- Posso me sentar? - ele sorriu.- Sim. Eu não vou demorar muito. Só estou esperando meu cappuccino.- Acho que irei te acompanhar. - ele disse e acenou para o garçom.- Você não me parece gostar de bebidas quentes.- Em partes é verdade. Quente mesmo, só amores.A menina sorriu e voltou a ler.
Enquanto esperavam não diziam uma palavra se quer. Os olhares acabavam por se encontrar algumas vezes, o que tornava o clima ainda mais intenso. Os cappuccinos foram servidos e ele retomou a conversa:
- Você parece gostar da cafeteria.- Sim, venho aqui quase todos os dias. Você já conhecia?- Passo em frente sempre, mas é a primeira vez que entro.- Tenha certeza que vai querer voltar outras vezes. O cappuccino daqui é o meu preferido. - ela disse e em seguida tomou um pouco.- Algo me diz que você está certa. - ele fez o mesmo.
Começaram um diálogo que parecia não ter fim. Às vezes ele conseguia arrancar um sorriso - sincero - dos lábios dela. Falaram sobre livros, autores, músicas, filmes e até sentimentos. Deixaram um ou outro segredo escapar. Algo os dizia que aquela não seria a última vez, pareciam se conhecer a tempos. As palavras dela eram suaves, e transmitiam a ele paz. As dele eram sábias, e acabavam por confortá-la. Perderam-se um no outro. A hora passou depressa, e enquanto ele falava sobre tudo - ou nada - ela olhou seu relógio e o interrompeu:
- Eu preciso ir! Me desculpa sair assim, mas já está ficando tarde e ainda tenho algumas coisas a fazer. - ela pegou a bolsa e saiu antes de ouvir qualquer palavra.
Enquanto caminhava até a porta, os olhos dele seguiam seus passos. Sentiu seu coração palpitar só de pensar em não vê-la mais. Esperou alguns minutos, e também se foi. No caminho, os dois não paravam de pensar no ocorrido. Ela sentia uma enorme vontade de reencontrá-lo, e o desejo dele era não ter a deixado ir. Não sabiam seus nomes e nem trocaram telefone, mas sentiam que o encontro não havia sido à toa. Talvez esse fosse o começo de uma grande história. Quem sabe? Apenas uma coisa era certa: no outro dia ele estaria lá. Às quatro da tarde no mesmo lugar, com dois cappuccinos sobre a mesa, a espera de um futuro - grande - amor, assim como nos livros.
Isabela Faé em “Dois cappuccinos, por favor!”

Ela entrou. Passou por todos como se estivesse sozinha. Viu uma mesa vazia - quase que esquecida - com duas cadeiras e foi se sentar. Aquela cafeteria era a sua preferida, ainda mais no outono às quatro da tarde. Talvez pela calmaria que lhe transmitia ou devido ao nome em francês, que a deixava com um imenso sentimento nostálgico. Colocou a bolsa sobre a mesa e sem tocar no cardápio chamou o garçom. Pediu o cappuccino de sempre e tirou da bolsa um livro. 

Ele entrou em seguida. Na tentativa de achar uma mesa vaga, acabou por avistá-la. Doce, meiga e calma, era como seu coração a decifrava. Fixou o olhar no encanto de menina enquanto ela não tirava os olhos do livro. Parado perto da porta foi interrompido por uma ou duas pessoas que tentavam entrar. Não havia lugar desocupado, o que lhe encorajou de pedir para sentar-se junto dela. Caminhou, parou em frente a mesa e a observou por alguns segundos. Pensou em ir embora - pois ao menos foi notado - mas não conseguiu. Tentou interromper:

- Olá?
Ela continuou centrada, como se não houvesse ninguém por perto. Insistiu:
- Memorial de Aires, de Machado de Assis. Esse livro é super interessante.
Ela quase se assustou. Envergonhada, direcionou os olhos até os dele:
- Realmente, um dos livros mais poéticos e amenos que já li. Desculpe minha dispersão, eu juro que não te vi aí.
- Posso me sentar? - ele sorriu.
- Sim. Eu não vou demorar muito. Só estou esperando meu cappuccino.
- Acho que irei te acompanhar. - ele disse e acenou para o garçom.
- Você não me parece gostar de bebidas quentes.
- Em partes é verdade. Quente mesmo, só amores.
A menina sorriu e voltou a ler.

Enquanto esperavam não diziam uma palavra se quer. Os olhares acabavam por se encontrar algumas vezes, o que tornava o clima ainda mais intenso. Os cappuccinos foram servidos e ele retomou a conversa:

- Você parece gostar da cafeteria.
- Sim, venho aqui quase todos os dias. Você já conhecia?
- Passo em frente sempre, mas é a primeira vez que entro.
- Tenha certeza que vai querer voltar outras vezes. O cappuccino daqui é o meu preferido. - ela disse e em seguida tomou um pouco.
- Algo me diz que você está certa. - ele fez o mesmo.

Começaram um diálogo que parecia não ter fim. Às vezes ele conseguia arrancar um sorriso - sincero - dos lábios dela. Falaram sobre livros, autores, músicas, filmes e até sentimentos. Deixaram um ou outro segredo escapar. Algo os dizia que aquela não seria a última vez, pareciam se conhecer a tempos. As palavras dela eram suaves, e transmitiam a ele paz. As dele eram sábias, e acabavam por confortá-la. Perderam-se um no outro. A hora passou depressa, e enquanto ele falava sobre tudo - ou nada - ela olhou seu relógio e o interrompeu:

- Eu preciso ir! Me desculpa sair assim, mas já está ficando tarde e ainda tenho algumas coisas a fazer. - ela pegou a bolsa e saiu antes de ouvir qualquer palavra.

Enquanto caminhava até a porta, os olhos dele seguiam seus passos. Sentiu seu coração palpitar só de pensar em não vê-la mais. Esperou alguns minutos, e também se foi. No caminho, os dois não paravam de pensar no ocorrido. Ela sentia uma enorme vontade de reencontrá-lo, e o desejo dele era não ter a deixado ir. Não sabiam seus nomes e nem trocaram telefone, mas sentiam que o encontro não havia sido à toa. Talvez esse fosse o começo de uma grande história. Quem sabe? Apenas uma coisa era certa: no outro dia ele estaria lá. Às quatro da tarde no mesmo lugar, com dois cappuccinos sobre a mesa, a espera de um futuro - grande - amor, assim como nos livros.

Isabela Faé em “Dois cappuccinos, por favor!”


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originally ressurgir

(Source: meghossta-doces)


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originally meghossta-doces

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